
O podcast da Marina Mogilko tem 1,56 milhão de inscritos no YouTube. Ela perguntou ao ChatGPT quais podcasts seguir sobre IA e startups. O dela não estava na resposta.
Antes de mexer em qualquer coisa, ela mediu. Num rastreador de respostas de IA, o podcast aparecia em 0 das 1.008 fontes que os modelos usavam para responder sobre a categoria, e em 5 de 49 perguntas, todas ligadas ao nome de um convidado.
Dez semanas depois, a visibilidade foi de 2,2% para 7,8%. E uma segunda métrica saiu do zero para 2,6%: quantas vezes o modelo abriu o site dela para montar a resposta.
O que me interessa aqui é a mensuração.
Quando a resposta vem pronta, o clique some. O Pew mostrou que quem vê o resumo de IA do Google clica num link em 8% das visitas, contra 15% sem ele. O GA4 não vê a pergunta, não vê a resposta e não vê a marca citada sem clique.
O funil de busca ganhou uma etapa inteira que o analytics tradicional não mede:
A regra da Marina vale para qualquer monitoramento de IA: as perguntas monitoradas não podem ter o seu nome. Pergunta com o nome só confirma quem já te conhecia.
A sua empresa já mede o que a IA fala de vocês, ou só o tráfego que sobra?
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